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Homem Deus - Parusia

O dia da espera. A morte não seria o ponto final da história de Jesus na Terra. Aqueles homens e mulheres, fiéis a JC, sabiam disso. E os três dias que se seguiram - não dos mais fáceis -, em que aqueles que os acusaram de heresia pareciam triunfar com a derrota do pregador. Mas a esperança não estava sepultada.

Divino. Foi ele quem dissera: haveria de voltar depois de três dias. Como duvidar de quem foi a própria Verdade entre os homens? Só três dias... hoje pode parecer pouco, mas era um novo desafio à fé daqueles homens, manter-se firme quando tudo parecia terminado... parecia e hoje mesmo pode parecer para nós. O mundo pode duvidar, muitos podem querer calar nossa vigília, mas não! Não há como não acreditar: a esperança viva está!

Divino. E vivo também está JC. A história até ali todos conhecemos: a Verdade se fez visível aos fiéis, a promessa foi cumprida. Tomés de hoje ainda hesitam, precisam tocar para crer, somos humanos, fracos... Nossos três dias não têm prazo, porque agora ele não está morto, está vivo e em nós, o Paráclito. Mas esse ainda não é o fim: Sua volta é iminente, é real!

Divino. O segredo está em confiar, em entregar-se de verdade ao que diz a voz no coração: "voltarei". Não estamos sós por completo agora, e não estaremos nunca mais. Novamente ele voltará,
para nós isso tem um nome e se chama... Parusia.

Rosa de Saron
"Parusia"

O seu amor, o nosso amor me faz pensar.
É tão fácil lembrar, com a memória é muito simples.
Difícil é esquecer quando se tem amor.
E você tornou-se impossível de esquecer.

Há tempo que ficou pra trás todo silêncio e solidão.
Se o tempo foi, você ficou junto de mim a me aquecer.
Há tempo que o frio passou, ficou o calor da tua luz.
Se o tempo foi, você marcou presença onde não há valor.

Tal qual estou a esperar a sua volta.
São joelhos calejados que tocam o precioso chão.
Fazer o quê? Eu não sei o que fazer!
Ainda assim só há alegria porque sei:
Sua volta é iminente.
Ansioso espero por você!

Há tempo que ficou pra trás todo silêncio, e solidão;
Se o tempo foi você ficou junto de mim a me aquecer.
Há tempo que o frio passou, ficou o calor da sua luz;
Se o tempo foi você marcou presença onde não há valor.

A esperança viva está.
Minha mente só me traz você!
Eu sei porque não há solidão...


Valeu!
Davi Ferreira








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Homem Deus

O momento é de reflexão, mais do que nunca. Estamos no período mais emocionante e forte da fé cristã. O homem-Deus, JC, prepara-se para o plano do Pai e tudo com as mais belas lições não só para quem é católico ou cristão, lições que todo ser humano deve guardar.

Humano. Após repartir o pão com seus apóstolos (até mesmo com aquele que o trairia), ele ergue-se, e lava os pés de todos (idem). Como para nós é difícil esse serviço, essa doação pelo outro. JC, sendo humano, o fez. Por que não nós, tão humanos quanto os que nos cercam, fazemos o mesmo?

Humano. Todos dormem, mas a hora vai chegando. JC entra no momento mais íntimo e sublime de oração... "Afasta de mim este cálice, mas seja feita Sua vontade..."
O momento é tão forte, tão forte para um homem, a ponto de ocorrer a hematidrose.
"Repleto de amor, o sangue transpirou..." JC caminha para seu sacrifício, obedecendo e sendo fiel ao plano de Deus. Não é só angústia, o momento é de amor superior, ágape. Impossível não se emocionar, Angústia Suprema.

Rosa de Saron
"Angústia Suprema"


Eu imagino o seu olhar
Eu o procuro no tempo
A última noite entre nós
Angústia ao extremo
Sua alma entristeceu
Companhia adormeceu
Só a lua a iluminar
A angústia de um homem Deus
Só a lua a iluminar
A angustia de um homem Deus
 
Prostrou-se em terra
Exprimiu suas aflições
Um anjo o consolava
E a tristeza o abalava
Foi na solidão sua maior dor
Suor e sangue, angústia e amor
 
Sua fé venceu a dor
Ao seu destino se entregou

A salvação seria
Tal qual Deus Pai queria
Repleto de amor
O sangue transpirou
 
Foi na solidão sua maior dor
Suor e sangue, angustia e amor
Foi na solidão sua maior dorFoi na solidão sua maior dor

Suor e sangue, angustia e amor

Suor e sangue, angustia e amor.
 
Só a lua a iluminar
A angustia de um homem Deus...


Valeu!

Davi Ferreira
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Os novos 4 anos - parte IV

Durante as últimas semanas, conversamos sobre as eleições de 2010 sob diferentes aspectos. Por fim, quero enfatizar algo que esteve presente em todos esses posts, e que para mim é a principal mensagem que há nesse texto: o título! Sim, acredito que tudo o que discutimos aqui e no Twitter pode simplesmente ser resumido em Novos 4 anos.



Há muito deixamos de gostar de política, há muito tudo aquilo virou sinônimo de corrupção. Há muito o Brasil vem perdendo a confiança em seus próprios líderes. Mesmo que muita coisa também tenha sido feita, muito tenha sido ganho, por algum motivo nosso país em geral não acredita mais no futuro.


O que eu quis de verdade por meio dos “novos 4 anos”, foi reacender pelo menos entre a galera que acompanha o Olhando de Frente, a crítica, o interesse pela sociedade em que vivemos, o acreditar que os novos 4 anos não são feitos só por quem está em Brasília, mas antes, por nós mesmos. A tal da nova geração não é mais coisa pra daqui a pouco, é AGORA!


Mesmo que tudo pareça fadado a uma cópia dos mesmos erros que vimos nos jornais, mesmo que ninguém mais acredite, não podemos repetir o que a senhora da letra de “Muitos Choram” fez (embora a fé seja em todos os aspectos base fundamental, apenas ela não resolve o que pode e deve ser feito por gente que se propôs a isso). O novo dos próximos quatro anos está em cada voto que acredita que pode mudar sua realidade. O novo é a teimosia, a insistência em acreditar que não serão mais “só palavras e promessas, dissimuladas, sem noção.”

Valeu!
Davi Ferreira
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Os novos 4 anos - parte III

Hoje, Terezas e Rogérios, chamo a atenção para a importância que tem esse título - Os Novos 4 anos. Reclama-se tanto dos problemas que passamos, da corrupção... Precisamos acreditar mesmo que daqui pra frente, a partir de seu voto, serão eleitos governantes de fato comprometidos para que o Brasil viva novos quatro anos!
Trago hoje a música Muitos Choram da banda Rosa de Saron. A música foi baseasa na história de uma senhora nordestina, sofrendo com a seca, que ainda que vítima do descaso político, tinha fé e acreditava em Deus acima de tudo.

Galera, hoje muitos choram no Brasil. Muitos sofrem com a falta do básico, muitos perdem a esperança, embora outros - como a senhora da música - encontrem em que manter sua fé. Seria muito bom que os novos 4 anos de que tanto falamos não repitam os mesmos erros dos anteriores, não caiam nas mesmas "palavras e promessas dissimuladas, sem noção". Podemos seguir rumos diferentes, acredito no país em que vivo, e espero que os eleitos tenham a consciência que, de certa forma, "muitas vidas correm em suas mãos"...



Valeu!
Davi Ferreira
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Os novos 4 anos - parte II

Há algum tempo atrás, conversamos sobre televisão, lembram? Chegou a hora de tocar no assunto de novo, só que de forma diferente. Pois bem, diariamente, o horário "nobre" de nossas emissoras recebe, a partir do dia 17 de agosto, a propaganda eleitoral gratuita. Antes que surjam os desesperados dizendo "que grande besteira! Por que não começa logo a novela?", vamos aos fatos:


Bem, pra começar, acredito que Fernanda Montenegro e Tony Ramos não vão governar seu país nos próximos quatro anos (embora possam governar sua TV por nove meses). Tudo bem, o horário político definitivamente não é lá o programa preferido de muita gente. Mas tem algo que o difere dos demais: é NECESSÁRIO. Acompanhe: apresento-lhe o meu amigo Rogério, coitado, que "não tá nem aí" pra propaganda política. Chegam as eleições e ele vota em um candidato que não conhece, simplesmente porque tinha um cartaz com o número dele no caminho para a votação ou porque disseram para votar nesse tal candidato. Rogério vota, o candidato é eleito e um monte de coisas desagradáveis acontecem com a vida social de Rogério e sua família. É então que nosso herói descobre que seu candidato era a favor de um monte de coisas que o Rogério é contra, e já demonstrava isso desde seus discursos na TV.


O exemplo é simples e pode parecer caricato. Mas não é. Muitos dos erros dos brasileiros, infelizmente, ainda são cometidos por falta de informação. Como se informar sobre política??? Ora, o caminho mais fácil é a TV. Tá lá todo dia, na sala da sua casa. Cabe a você acompanhar seu candidato, vê-lo, observá-lo.


Aí tem a galera que diz: "pra que horário político? Todo mundo já sabe que vão prometer um monte de coisas que não vão cumprir..." Será mesmo? Bem, se ninguém viu, ninguém assistiu, como podem afirmar que de fato houve tais promessas? É preciso ficar atento, manter-se informado e assim ter os argumentos e as bases necessárias para lutar sério por seus direitos. Afinal, seu voto contribuirá para a história de todo um país nos novos 4 anos que vêm por aí.

Valeu!

Davi Ferreira
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Os novos 4 anos - parte I

Tá chegando, turma! Dia 3 de outubro o Brasil vai às urnas para eleger seus governantes. Somos um país democrático, onde é o voto popular que escolhe quem irá ao poder. Isso todo mundo já sabe, certo? Nem tanto!

Surpreendentemente, quando vai se aproximando o período das eleições, quem aparece? Os candidatos (dããã). Até aí tudo normal, não fosse o fato dos candidatos aparecerem como Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e cia. Tudo bem, eles ainda não trazem presentinhos para baixo da árvore ou ovinhos de chocolate. São criativos, trazem outras coisas! Ou ninguém percebeu o que ficam bondosos e gentis os candidatos "amigos do povo" até outubro? Sim, até outubro e nada mais do que até outubro. Levante a mão quem pôde contar com algum político para tirar documentos ou dar alguma ajuda (a clássica dentadura aos idosos carentes) fora da época de eleições!

Não quero dizer que todo político siga esta linha, sabemos que ainda tem gente honesta de verdade no meio. Mas é preciso abrir o olho, ficar ligado, galera! Às vezes sem perceber, trocam-se quatro anos por uma dentadura! Troca justa?

Quando a tal dentadura dá lugar a dinheiro vivo, aí é que a situação agrava de vez. "Eu, candidato, sou tão honesto e bondoso a ponto de dar dinheiro a quem vota em mim, aplaudam-me!". Ah, vá! Penso da seguinte forma: se já está dando para comprar eleitores, deve ser porque dinheiro não falta. Ao contrário disso está a maioria dos eleitores. Precisando de dinheiro como sabemos que está grande parte dos brasileiros, fica fácil aceitar a tal quantia e votar no candidato... "qual o nome dele mesmo? Não importa, o número ele deixou anotado bem aqui... na minha testa!"

O golpe é velho, cair nele é inocência. Parece que ainda tem muita gente ingênua por aí. Prefiro acreditar que seja isso mesmo. É melhor do que saber que tanta gente não tá nem aí pro que vai acontecer com seu país. Peço à galera que vai votar esse ano, por favor, não caiam nessa! Dá pra saber que um país vale bem mais do que os tais agradinhos da ocasião...

Valeu!

Davi Ferreira
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